Sem anos de solidão

Um amigo, já falecido e nunca desaparecido, disse-me, uma vez, que, graças às suas muitas leituras, tinha uma data de gente na cabeça. Não terei tanta gente como ele tinha, mas, se existe alguma vida em mim, devo-a a um morto recente: Gabriel García Márquez, genial criador de multidões. Os livros dele continuam à minha espera: nunca estarei sozinho.

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