Acordo Ortográfico: a escrita cristalina de António Emiliano, mais uma vez

Mais uma vez, em texto publicado no Público e repetido, com ligeiras modificações, na parede da sua casa facebookianaa escrita cristalina de António Emiliano mostra à sociedade e à saciedade as consequências inevitáveis das conclusões do encontro da CPLP. O final do texto é o verdadeiro dó de peito ao alcance apenas de poucos tenores no final de uma ária: “Tendo, ademais, o Acordo Ortográfico sido declarado ortografia deficiente e carente de revisão, logo, provisório e já obsoleta, a sua aplicação no sistema de ensino e nas instituições do Estado português deve cessar imediatamente, como releva do mais elementar bom senso e com o aval e beneplácito unânimes da CPLP.”

Os responsáveis políticos portugueses – uma expressão contraditória nos termos – prescindem, quase sempre, do bom senso e  o ensino e o património cultural não fazem parte das suas preocupações. Felizmente, como nota António Emiliano, há, pelo menos, dois países que se preocupam em defender a Língua Portuguesa: Angola e Moçambique.

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