Não há vida para além do défice (II)

A Educação é um dos peões que tem sido sacrificado neste estranho xadrez em que o défice é rei. Repito: a Educação, o que inclui e ultrapassa os problemas profissionais dos professores.

Neste momento, a grande questão que deveria ser colocada com verdadeira honestidade é a de se saber se as escolas têm professores suficientes. O problema é que somos governados por gente que se limita a falar em inevitabilidades, ao mesmo tempo que hipoteca áreas fundamentais do desenvolvimento do país.

Uma vez que a qualidade da Educação não interessa, o importante é encontrar subterfúgios para se gastar cada vez menos, aumentando o número de alunos por turma, despedindo professores, roubando partes do salário e – o pior de tudo – roubando tempo.

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